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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Kagemu (vídeo: Kagemusha)


Black Sun é uma projeção meticulosamente coreografada de Motiongraphics para dança, combinando elementos tradicionais e modernos da cultura japonesa e artes marciais. Artista Nobuyuki Hanabusa e dançarina Katsumi Sakakura, juntamente conhecido como Kagemu, já foram amplamente imitado por outros...




Moon - Solo Dance by Yang Liping, China


Klaus Obermaier's albums SKIN and HOME - both contain music of APPARITION - are now available on iTunes, Amazon, and others. An interactive dance and media performance conceived and directed by Klaus Obermaier, in collaboration with the Ars Electronica Futurelab, featuring Desirée Kongerød and Rob Tannion.




Assista o filme completo: http://tinyurl.com/cedb2by - Kagemusha (2010) Filme Parte 1 Inglês Completo, Kagemusha Movie Trailer HD.


Kagemusha Júnior Taiko realizar "The Gift", de Jonathan Kirby no Royal Albert Hall de Londres na quarta-feira 10 de novembro de 2010. A apresentação foi parte do Music For Youth Escolas Prom. DVD está disponível a partir Música para a Juventude - www.mfy.org.uk

terça-feira, 19 de julho de 2011

Passos de dança no caminho da feminilidade (vídeo: ODISSI)

Muita gente foge intimidada de uma atividade que deveria ser divertida. Envergonhadas, sem jeito, fora de forma, as mulheres às vezes preferem só assistir. Mas não é preciso ter corpo de bailarina nem técnica forjada a ferro e fogo para entrar na dança. Na verdade, muitos estilos têm como objetivo exatamente ajudar as mulheres a entrar em contato com sua feminilidade, identidade e afeto. E, surpresa: quem nunca dançou antes não apenas é bem-vinda, como às vezes têm até vantagens.

“Por causa da novela ‘Caminho das Índias’, no ano passado, as pessoas chegaram um pouco mais próximo do que é a estética indiana. Mas o que se viu é mais o que se faz no cinema, em Bollywood. Pouco se conhece da dança clássica indiana”, explica Silvana Duarte, professora que se dedica há 17 anos exclusivamente ao odissi, um dos sete estilos clássicos indianos, originário da costa leste da Índia. Apesar de facilmente reconhecível, o odissi, como as demais danças tradicionais do país, passa longe das coreografias sincronizadas e em grandes grupos da dança indiana contemporânea. Dissociando sete partes do corpo, o odissi equilibra masculino e feminino através de gestos que nunca acontecem sem um significado.

A dança praticada por Silvana obedece a um tratado milenar de dramaturgia. “É a escultura em movimento. Pintura, teatro, música, todos comungam dos mesmos princípios. Não é o gesto pelo gesto”. Essa consciência do gesto é exatamente o maior ganho de quem decide praticar este estilo. A dança usa técnicas diferentes para pernas, pés, olhos, pescoço, braços e mãos (chamadas de mudras). “É uma verdadeira fisioterapia cerebral, e trabalha uma coordenação motora muito mais refinada do que a maioria das danças”, diz Silvana. “Você trabalha muito a consciência do gesto, passa a perceber como seu gesto no dia a dia é mecânico e sem consciência”.

Um diferencial importante da dança odissi é a combinação de masculino e feminino, com movimentos que se traduzem de forma mais viril dentro da suavidade, por exemplo. Como tradicionalmente o repertório clássico é solo, o equilíbrio é atingido por um mesmo dançarino, que pode tanto ser homem como mulher. “A experiência do palco é uma experiência muito singular. Com um dançarino sozinho, fazemos um mergulho além da forma. No Ocidente estamos muito presos a ver todos os corpos como se fossem um, a elementos grandes de cena”.

Pode parecer uma realidade longínqua e para iniciados – e, de fato, Silvana diz que é procurada principalmente por pessoas interessadas em filosofia, cultura indiana e praticantes de ioga. Mas a professora garante que é uma arte acessível a todos, e que quem nunca praticou dança antes pode até ter vantagens. “Como eu já era bailarina clássica quando conheci o odissi, tive muito trabalho para desconstruir toda uma técnica do meu corpo. Uma pessoa leiga não terá que passar por isso. É claro que todo mundo pode aprender”.

O estilo “tribal fusion” surgiu a partir dos anos 70, quando dançarinas do ventre voltaram às origens tribais, misturaram grupos de diferentes áreas (Turquia, Índia, Oriente Médio) e acrescentaram elementos urbanos e contemporâneos à sua pesquisa. Isso deu origem ao ATS, que no início ainda seguia a lógica tribal de um grupo de mulheres que dançavam sempre juntas e tinham um “vocabulário” comum que permitia que dançassem de forma sincronizada e espontânea ao mesmo tempo. Com o tempo, a vontade se terem mais liberdade e alguma influência da cultura hippie, o ATS deu origem ao que hoje é conhecido como tribal fusion. “Essa sintonia acontece rápido, uma vai conhecendo o corpo de uma da outra, o sentimento de comunhão com as outras dançarinas é magico”, diz a professora Marília Lins. “Mas para acontecer de forma improvisada e em grupo, as coisas tinham que ser bem definidas. Tirava um pouco a criatividade”.

O estilo tem sua linguagem, mas a liberdade é grande. Não existe uma música certa – muita gente mistura com eletrônica, por exemplo -, nem uma roupa exata. “O tribal é uma manifestação de um arquétipo feminino da dança no presente. O que faz ser especial é ser uma manifestação da sua verdadeira personalidade. Não é uma mulher vulgar ou desencaixada, é consciente de sua sensualidade, sem ser escrachada. O importante é colocar esses aspectos mais pessoais e trabalhar sua feminilidade dentro de seu próprio contexto”, diz Marília.

Marília diz que a dança é para todas, mesmo as que não têm nenhuma experiência. A professora é procurada principalmente por meninas mais jovens, urbanas, modernas, com interesse em espiritualidade e ioga. E diz que o principal ganho que percebe nas alunas é exatamente levar essa descoberta da feminilidade para o dia a dia. “Acaba te transformando como pessoa, te deixando com uma sensação de mais poder na sociedade. Sabe que e bonita, sensual, se move diferente, mas não usa de forma apelativa. Essa transformação é uma coisa muito bonita”, acredita Marília.

Danças que são quase uma brincadeira, como cancan e charleston, e até brincadeira de adulto, como a glamurosa versão do strip-tease do burlesque são o destino mais comum das alunas tímidas da professora Shaide Halim. Apaixonada pelo universo pin-up e pelas coisas de antigamente, ela dá aulas de “danças vintage”, em que os estilos acima encontram também o rockabilly e uma versão do jazz de musicais que ela chama de “Just cabaret”. Em comum, os estilos têm a necessidade de a dançarina aprender a se expor. “É uma dança que precisa ser cara de pau, é tudo muito atuado. Por incrível que pareça, a maioria é bem tímida. Começa a se soltar através da dança”, diz Shaide. “Na primeira apresentação mal conseguem sorrir no palco. Aí acabam se divertindo e vem natural no movimento”.

E se soltam mesmo quando o curso chega na parte do burlesco. As mais recatadas usam malha de dança por baixo de uma roupa comum, as mais animadas capricham na lingerie. Mas todas aprendem os movimentos da dança em que o show é tirar a roupa. “A maioria só quer aprender para fazer para o namorado ou para se soltar mesmo”, diz. Quem já tem alguma experiência com jazz ou balé sai na frente, mas não é preciso saber dançar nada para começar. “O objetivo é se divertir e se soltar. E eu vejo isso passando para o dia a dia delas”.

A biodança não é propriamente uma forma de dança, ou não é só isso. O sistema criado pelo psicólogo chileno Rolando Toro propõe uma reabilitação afetiva que pode ser também um processo terapêutico. “A proposta não é trabalhar com uma coisa de terapia de focar no problema, e sim no potencial, no que a pessoa tem de bom e saudável, para resgatar a força, a alegria, se reposicionar”, explica a coordenadora da Escola Paulista de Biodança Maria Angelina Pereira.

Não se trata, portanto, de elaborar coreografias ou conseguir levantar a perna mais alto. A dança é parte de um processo que resgata principalmente o afeto e a identidade. As aulas, ou sessões, acontecem sempre em grupo e é interessante que o grupo fique junto para vivenciar um processo. Os encontros começam sempre com o que chama de “partilha verbal”: uma conversa em que o “facilitador” explica as razões dos movimentos. “Eles precisam um pouco de uma autorização intelectual para se mover, para coisas como brincar de palma, tocar no outro”, diz Angelina. Na segunda parte, não entram palavras. A comunicação é feita só pela olhar e pelo toque. Começam em roda e vão evoluindo com movimentos lúdicos e livres.

No começo, muita gente tem vergonha das atividades mais lúdicas e das que envolvem segurar na mão de um estranho, por exemplo. Outros têm mais dificuldade no final quando os movimentos desaceleram bastante. “A gente está acostumado a só tocar as coisas da gente. Muitas pessoas só são tocadas quando são crianças, depois ganham um beijo no aniversário e outro no Natal”, acredita. É nessa linha que está o maior ganho proposto pela vivência da biodança, segundo ela, que diz que é procurada por todo tipo de gente, de todas as faixas etárias. Marlise Luiza Appy, diretora da Escola Paulista de Biodança e colega de Angelina, por exemplo, começou aos 50. Hoje tem 82 anos e é facilitadora de biodança. “Quebrar resistência interiores e se permitir experimentar é o grande ganho. É uma reabilitação em relação à existência, resgatar o sentido do olhar, do toque, da sexualidade, do afeto”

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Nicole Faraash


Meu nome é Nicole,sou gaúcha, bailarina e professora de Dança do Ventre em Caxias do sul. Ingressei na dança desde muito pequena,fazendo cursos de ballet,jazz e diversas outras danças. Aos 12 anos tive meu primeiro contato com a dança do ventre, me apaixonei logo de cara, dancei por dois anos após ter parado um tempo retornei a pouco mais de 3 anos e deste então me dedíco inteiramente a dança, dando aulas, participando de concursos, shows e eventos, como a Feira Harem em Porto Alegre onde participei do show de gala dos bailarinos Saida e Yamil Anum, cursos e workshops com bailarinas da região e também internacionais, como Saida e Yamil Anum (Argentina)e Diana Tarkan (Egito). Procuro sempre estar estudando e me atualizando para poder engradecer a minha dança, pois na vida e na dança estamos em constante crescimento, sempre temos algo a aprender. Quiz criar este blog para poder dividir com as pessoas o meu aprendizado e minhas experiências no mundo da dança. Estou me preparando para abrir carreira internacional e quero dividir isso com bailarinas, amigas e pessoas que admiram a dança do ventre. Então conto com a visitas de vocês para que possamos trocar experiências. Espero que gostem...

adaptação feita com base em uma coreografia da bailarina Saida Helou

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mezdeke - dança do ventre Turca



Hot turkish belly dancer in blue! (nouran Sultan)


Turkish Belly Dance - Asena


Turkish Belly Dance - Didem


Turkish Belly Dance - Eylül




Aiwea

Elçin

Ju Marconato - Paolla Buracoff e Paolla Mahasin



A bailarina e coreógrafa Paolla Buracoff dança ao som de Tico-Tico no Fubá em homenagem ao Brasil na Copa do mundo de 2010, no Eventre, realizado em 06/06/2010 por Deborah e Rhazi Manat. Nome da coreografia: Akdar Assfar

Paolla Mahasin dança Betwanes Beek. Domingo Arabe - S. C. Sul/SP, 25out2009. Organização Samia el Kaderi. Divulgação: Véus Silk By Therê - CIA MAHASIN - Silene Basilio - Papyrus Produções. Dançando ao som da música Maaoul, por Tony Mouzayek e Banda Mouzayek no dia 12jan2010 no Bar Maevva na Vila Olímpia.


Ju Marconato e Paolla apresentando Dança do Coração.

Ju Marconato, dança Derbake


em Uberlândia/MG, 20abr2008 no Espetáculo Carmen, A Cigana de Bizet no Teatro Rondon Pacheco.



Ju Marconato dança na casa de chá egípcia Khan El Khalili em SP - Noites no Harém 2007.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Os maiores amantes - Dança do Ventre

5° Classificado

Rodolfo Valentino - acredita-se que tenha amado mais de 2.000 mulheres

4° Classificado

Rock Hudson - parece que beijou mais de 5.000 mulheres e cerca de 1.000 homens

3° Classificado

John Holmes - acredita-se que tenha tido relações sexuais com mais de 10.000 mulheres, com cerca de 5.000 homens e com mais de 2.000 entre animais domésticos e não

2° Classificado

Rocco Siffredi - transou com mais de 200.000 mulheres, e um sem número de outros seres vivos

1° Classificado

Fudeu, pelo menos, cerca de 200 MILHÕES de pessoas entre homens, mulheres, jovens e idosos… sem contar os animais domésticos ou não...

…mas deve ser muito pequenino, porque a maioria nem sentiu nada!










quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Injustiças na língua Portuguesa (vídeos: Gretchen)

A Sociedade Feminina Brasileira se queixa do tratamento machista existente na gramática portuguesa, e com razão. Veja alguns exemplos:

Cão = melhor amigo do homem / Cadela = puta
Vagabundo = homem que não faz nada / Vagabunda = puta



Touro = homem forte / Vaca = puta
Pistoleiro = homem que mata / Pistoleira = puta
Aventureiro = homem que arrisca, desbravador / Aventureira = puta


Garoto de rua = menino pobre, que vive na rua / Garota de rua = puta
Homem da vida = homem letrado pela sabedoria / Mulher da vida = puta
O galinha = o “bonzão”, que traça todas / A galinha = a puta


Tiozinho = irmão mais novo do pai / Tiazinha = puta
Feiticeiro = conhecedor de alquimias / Feiticeira = puta
Roberto Jefferson, Maluf, Renan Calheiros = políticos / A mãe deles = puta


E para finalizar
Puto = nervoso, irritado, bravo / Puta = puta
Depois de ler tudo isso:
Homem: dará risada / Mulher: ficará puta (no bom sentido)

La Différence des Diplomés entre la Chine, Singapour, USA et le Japo. (vídeo: rebolando na web)


Chine


Singapour


USA


Et Japon…


Salut!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Imagens Insolitas (video: Sensuais na web)


Dois mundos...


O balneário...


AMIGO, NÃO PERCAS A CABEÇA POR UMA LATA DE CERVEJA!


OS CANAIS LOCAIS DEVEM MESMO SER UMA PORCARIA!


CURIOOOOOOSAAAA…


A ENERGIA ALTERNATIVA. BOA!


SE NÃO GOSTOU, APAGUE!


OLHA O GARRANHÃO!


A GIRAFA McDONALDS


SÓ PODIA SER UMA LOIRA...


E AQUI… SÓ MOÇAMBICANOS!


HEY, YO…PAPA THE “GREAT”!


E FUNCIONA MESMO!!!??


HEHEHE… OLHA O PERFIL DO PUTO!


MAS ALGUÉM ME ARRANJA O NOME DESTE ARQUITETO!??


A RECICLAGEM!


VÁ LÁ, ME FAZ UM CORTE À MANEIRA.


O AMOR É LINDO!


MAS COMO O AMOR É LINDO!


MAS COMO O AMOR É LINDO MESMO!

Menina linda, tô aqui...

Menina linda, tô aqui...
respira fundo!

AMOR NÃO É SENTIMENTO

Data estelar: Sol e Vênus em trígono com Netuno; Lua que cresce em Libra será Vazia, das 6h16 às 17h54, horário de Brasília.

Enquanto isso, aqui na Terra, se cada ser humano dedicasse alguns minutos todo dia para tirar o amor da prateleira teórica, aplicando-o de forma prática nos relacionamentos, trabalhos e tarefas cotidianas, a evolução se processaria com velocidade vertiginosa, e o tamanho das desgraças e convulsões diminuiria drasticamente.

O que é praticar amor?

Distribuir energia, que é o contrário de tudo que nossa civilização predatória ensina.

Distribuir energia significa você irradiar influência em vez de recebê-la, prestar serviço ao invés de exigir ajuda, oferecer boas vibrações no lugar de se afetar com as péssimas que circulam por aí, acolher as diferenças em substituição a destacá-las.

Amar não é sentimento, amar é pura ação efetiva que tende à integração.

Quiroga
www.astrologiareal.com.br

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Mestres da Natureza Humana...

Geo mapa do seio de Gaia

Geo mapa do seio de Gaia
peitos - tetas